Guardo Verdade sobre um lenço branco
Mantendo pura sua visão eterna
Em se saber, sem se fazer fantasma,
O que nos fere e nos relega ao pranto
Guardo Silêncio no olhar perdido
No contemplar de mil astrais cadentes
Em se falar, sem se sentir presente,
O que eleva invés do que é maldito
Que não se faça mais mortal juízo
Nem se mortalhe a opinião sincera
Guardo Verdade como meu aviso
Que não se abrace a transgressão enferma
No Verbo Negro que nos dilacera
Guardo Silêncio como minha arma
terça-feira, 12 de agosto de 2008
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